A AOPA BRASIL participou na terça-feira (12) de uma movimentação inédita neste País promovida pelo SNA, Sindicato Nacional dos Aeronautas. Pela primeira vez, praticamente representantes de todos os setores da aviação civil brasileira esteve unido, numa rara demonstração de união e força, para defender pautas de comum interesse junto aos parlamentares e governo federal, discutindo questões como a redução da alíquota máxima do ICMS sobre os combustíveis de aviação, problemas da aviação geral, fechamento de aeroportos, o enorme custo Brasil sobre a atividade.

Compareceram além do promotor SNA, a AOPA BRASIL representando também a COPA, ABRAFAL e Bonanza Clube, ABRAPAC, SNETA, SINDAG, ABRAPHE, ABAG, ABEAR, ABTAER, e ABESATA, com apoio dos congressistas da Frente Parlamentar dos Aeronautas – FPAer.

A primeira atividade foi a reunião com o senador Telmario Mota (PDT-RR), relator do Projeto de Resolução 55/2015, que fixa o teto da alíquota para cobrança do ICMS sobre os combustíveis de aviação em 12% lembrando que hoje no Brasil, dependendo do Estado a alíquota do combustível de aviação chega ser de 25%, o que sobrecarrega ainda mais o custo de operação de aeronaves de qualquer segmento. Após as considerações apresentadas pelo grupo, declarou ter compreendido a importância da demanda do setor e se comprometeu a trabalhar pela aprovação do Projeto que está para ser votado na Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado.

Em seguida fomos recebidos pelo Senador Paulo Paim (PT-RS), membro da mesma Comissão, que após uma reunião onde ouviu com atenção todas as reinvindicações se declarou sensibilizado e declarou total apoio a demanda.

Após o almoço no restaurante do Congresso, fomos recebidos pelo Presidente da FPAer Deputado Jerônimo Goergen (PP-RS) e outros membros da Frente onde foram expostas outras demandas importantes para todos os segmentos.

Coordenados pelo Cmte. Castanho do SNA está sendo elaborada uma pauta de atividades para em conjunto prosseguirmos com nossas demandas em busca de uma aviação civil mais desburocratizada e menos onerada com tantas taxas, impostos e multas absurdamente onerosas, de modo que possamos voar mais, produzir mais e alavancar a economia do setor.

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