O discurso politicamente correto do brasileiro, que deforma a nossa própria capacidade de nos olhar no espelho, tem servido para a sociedade brasileira não precisar enfrentar suas mazelas reais.

Tirando a conversa esquerdista, petista, psolista, peessedebista, pedetista (e demagoga, mesmo sendo isso mero pleonasmo) de cima da mesa, o fato concreto é que preferimos fingir que a guerra brasileira não mata 50 mil pessoas por ano. Sim, são 50 mil pessoas mortas violentamente por ano, no Brasil.

Para efeito de comparação, segundo fontes públicas, desde 2.001, 3.407 soldados aliados perderam a vida no Afeganistão. Contudo, a imprensa e os “especialistas” preferem investir o tempo da audiência brasileira criticando e analisando as ações lideradas por norte-americanos no Oriente Médio. Nesse mesmo período, a uma taxa de 50 mil homicídios por ano, o Brasil teve 750.000 vítimas. O que se fez e falou sobre elas?

A esquerda adotou os bandidos, como sempre o faz. Os trata como vítimas e não se solidariza com os amigos e familiares mortos. O Estado, finge que nada pode fazer.

Hoje, o que se vê, é o caos da segurança pública, um Estado Falido.

Ontem, segundo fontes ainda não oficiais (mas confiáveis), uma aeronave Boeing 767-300ER, matricula PT-MSY foi alvejada por um projétil, provavelmente disparado de um fuzil.

Essa não é a primeira vez que isso ocorre. Em Florianópolis, há alguns meses, uma aeronave de instrução foi atingida por bala disparada por arma de fogo.

Em ambos os casos o pior não ocorreu.

Estivessemos sob o comando de um governo efetivo e responsável, deveriam ser declarados proibidos diversos espaços aéreos no Brasil, a começar por todo o espaço aéreo que circunda o Aeroporto Internacional do Galeão e o Aeroporto Santos Dumont, ambos no Rio de Janeiro, além de todos os demais aeroportos do país, onde já se saiba que há facções criminosas em posse de armas de guerra, tais como pistolas, fuzis, submetralhadoras e lança granadas, até que as forças de segurança desarmem a criminalidade.

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