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Pela primeira vez diversas Entidades representativas dos mais variados setores da aviação brasileira se unem para salvaguardar a segurança das operações aéreas, contra medidas arbitrárias, inócuas e irresponsáveis anunciadas pela ANAC na última segunda-feira, dia 12/05.

A ANAC, o DECEA, a SAC, o Gabinete da Presidência da República, Entidades Internacionais de Segurança de Voo e o Ministério Público Federal serão notificados formalmente nas próximas horas da posição de empresas, operadores e pilotos a respeito das irresponsáveis medidas anunciadas por aqueles que deveriam salvaguardar a segurança das operações aéreas no Brasil. Baixe aqui: declaracao_conjunta_versaofinal_15052014 a Declaração Conjunta (sob revisão).

A incompetência de um governo na preparação de um evento internacional de grandes proporções não pode e não será imputada ao setor aéreo, pelo menos não aos operadores, pilotos e demais profissionais envolvidos na Aviação.

A desordem que se avizinha não será resolvida com punições impostas a eventuais descumprimentos de normas recém inventadas, mal elaboradas, irresponsáveis e desconectadas da realidade.

O Brasil escolheu, há 10 anos, se candidatar como sede de um Evento internacional, cujas dimensões, em todos os sentidos, deveriam ser conhecidas. Depois de escolhido, o Brasil, através dos seus governantes tinha a obrigação de se estruturar para organizar o Evento e executa-lo, preservando acima de tudo a segurança do público.

Não o fez porque seu governo é incompetente tecnicamente. Não faltam evidências a respeito disso.

Empresas e Comandantes reivindicam a suspensão de todas as medidas arbitrárias anunciadas pela ANAC e informam que no cumprimento dos seus deveres jamais colocarão em risco as próprias operações e acima de tudo a integridade física e material dos seus passageiros e aeronaves.

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